segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Liturgia: Vasos Liturgicos III

Hoje concluímos os nossos estudos sobre os objetos litúrgicos utilizados nas celebrações. Vamos dar continuidade estudando os objetos litúrgicos que não precisam ser abençoados e nem consagrados. Os objetos litúrgicos que não precisam ser abençoados e nem benzidos são:

As galhetas: são pequenos recipientes de cristais, vidro ou metal. Em que se colocam a água e o vinho destinados ao Santo Sacrifício da Missa.

O turíbulo: pequeno fogareiro, suspenso por correntes no qual faz-se arder o incenso. O uso do incenso remonta a mais remota antiguidade; os judeus ofereciam a Deus no altar dos perfumes. A Igreja o aproveitou para os mesmos fins. Serve para prestar homenagens ao Santíssimo Sacramento, isto é, a Divindade. Também, por extensão, para honrar pessoas e coisas que, de algum modo, participam da natureza, e da autoridade de Deus.

A Naveta: (do latim "naus", navio) tem esse nome por causa de sua forma. Serve para guardar o incenso.

A Caldeirinha e o hissope: Caldeirinha é um vaso portátil, em que os clérigos levam a água benta que o padre necessita, para diferentes aspersões litúrgicas. O instrumento utilizado para fazer estas aspersões é chamado de Hissope, porque primitivamente usavam, para este fim, um ramo de planta chamada hissopo.

A campainha: serve para chamar a atenção dos fiéis às partes mais importantes da celebração da missa.


O purificatório: com a água na qual o sacerdote purifica os dedos, quando distribui a comunhão fora da missa.

Incluímos também outros objetos litúrgicos aos quais não necessitam ser benzidos e consagrados: o baldaquino, o pálio ou umbela que serve como teto móvel para guardar o santíssimo sacramento nas procissões; também os estandartes e bandeiras de irmandades contendo imagens de Nosso Senhor, da Virgem e dos Santos.

Fonte: Doutrina Católica - Manual de instrução religiosa para uso dos Ginásios, Colégios e Catequistas voluntários -
Curso Superior - Terceira parte - Meios de Santificação - Liturgia - Livraria Francisco Alves - Editora Paulo de Azevedo
Ltda - São Paulo; Rio de Janeiro; e Belo Horizonte - 1927

2 comentários:

Anônimo disse...

Elias , as campainhas mostradas sao do Budismo Tibetano.

Elias, O Profeta disse...

Obrigado pela observação. Correção feita.