segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Santa Sé critica na ONU financiamento a programas de aborto. A posição foi assumida no Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas


O Massacre dos inocentes ordenado por Herodes hoje é
perpetuado Pelos abortistas que matam os que não tem a
capacidade de se autodefender
(16/9/2011) A Santa Sé qualificou como “totalmente inaceitáveis” as tentativas de financiar projetos de contraceção e aborto no plano de cuidados de saúde materna.
Na 18ª sessão do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, o observador permanente da Santa Sé disse esperar que “a comunidade internacional consiga reduzir a mortalidade materna promovendo intervenções eficazes, que se baseiem nos valores mais profundos e no conhecimento médico e científico, respeitando a sacralidade da vida desde a sua conceção à morte natural”.
“Pensamos que é totalmente inaceitável que o assim chamado ‘aborto seguro’ seja promovido pelo relatório discutido durante esta sessão do Conselho dos Direitos Humanos ou, ainda mais significativamente, pela Estratégia Global das Nações Unidas para a Saúde das Mulheres e Crianças”, declarou D. Silvano Tomasi.
Falando na sede das agências especializadas das Nações Unidas, em Genebra, Suíça, o arcebispo italiano apelou a uma abordagem baseada nos direitos humanos para eliminar a mortalidade materna que é prevenível.
"Com grande pesar, é preciso reconhecer que foram feitos progressos insuficientes para evitar os 350 mil casos de morte durante a gravidez ou no momento do parto. Dom Tomasi alargou para outras emergências o discurso dos riscos para as mulheres: a infibulação feminina, matrimónio para crianças e violências. E acrescentou: "É necessário reiterar, mais uma vez, que toda a mulher tem igual dignidade em relação ao homem".
"A mulher – acrescentou – tem um lugar e uma vocação distinta que é complementar, de não menos valor que a do homem." A recomendação do arcebispo foi concreta: passos em frente do ponto de vista legal para a promoção da condição da mulher; melhoramento dos sistemas de saúde para uma assistência completa; e sistemas de controlo e verificação das obrigações dos Estados sobre esses temas.
A Igreja Católica está empenhada no âmbito da saúde, em particular afavor das pessoas que ficam excluídas da assistência assegurada pelos governos, mas também no âmbito educacional, bem como também empenhada na promoção de políticas que protejam tais direitos.
Em seguida, o observador da Santa Sé fez uma distinção, afirmando que a Igreja não partilha a expressão "aborto perigoso", que deixa entender que haja um aborto sadio. "Qualquer aborto destrói a vida humana", reiterou o Arcebispo Tomasi, recordando que na declaração internacional da Conferência ONU de 1984 sobre a população se reconhecia que "nunca é aceitável concebê-lo como método de planeamento familiar."
Fala-se tanto de mortos pela inquisição, pelos judeus mortos na
Segunda Guerra e entre outros, porém não se tem o mesmo
entusiasmo e ardor para defender os que tem a vida interrompida
antes de nascerem.

Portanto, não a programas de promoção da contracepção e do aborto que – explicou –, por exemplo, na África não resolvem as principais causas de morte.

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