sábado, 11 de março de 2017

A imortalidade e a cultura da morte

Felipe M. P.

Existe um EU que não está sujeito ao tempo e é esse mesmo EU que permite a você reconhecer-se em uma lembrança, ainda que todas as células tenham morrido e todos os tecidos do seu corpo se regenerado, provando que você não é do que você é feito, esse "eu" esta ali, mesmo que você tenha uma morte cerebral.

Porque a mente não é um produto do cérebro, mas com ele interage.

Nossa consciência é de caráter subjetivo,nossos sentimentos e desejos são internos e de acesso restrito enquanto o mundo material é objetivo e de acesso público. Essas características indicam que a consciência parece não estar sujeita ao espaço e ao tempo como estão as coisas ao nosso redor.

Por isso, desligar os aparelhos de um paciente com morte cerebral é um assassinato.

Contato: ieamleaoxiii@gmail.com

Marcos 8:36

"... de que adianta uma pessoa ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?"

O mundo foi criado e terá um fim, a alma do ser humano foi criada mas não terá um fim, pois ela é imortal. Diante da história de uma alma, a história do gênero humano inteiro representa nada.






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